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23/11/2009 - Adolescentes e álcool: uma mistura explosiva


Jovens brasileiras ingressam cada vez mais cedo no mundo do alcoolismo.

Apesar de no país o consumo e  a venda de álcool  serem legalmente proibidos para menores de 18 anos,  a adolescente P. M. N. começou bem mais cedo a ingerir  bebidas alcoólicas. Segundo ela, aos 14 já estava bebendo escondido e em qualquer esquina que chegava sempre havia uma amiga ou amigo com quem conseguia uma cerveja. 

Hoje, com 17 anos, ela se considera viciada em álcool e é raro o dia que passa sem tocar em nenhuma bebida. “Sinto que preciso esquecer minha realidade e começo a beber. Daí não paro até ficar totalmente grogue”, disse ela.

A adolescente é a terceira filha de um casal com histórico familiar de alcoolismo. O pai bebe há muito tempo e, quando chega em casa, agride a mulher e os filhos. Ela, inclusive, já foi espancada várias vezes e atualmente participa de um grupo de ajuda para poder vencer o problema.

Mesmo sem esse histórico de alcoolismo em família, casos de bebida em excesso envolvendo jovens têm sido cada vez mais comuns e, além de viciar, muitos acabam tendo um desfecho fatal, ou seja levado adolescentes à morte. Nesse universo jovem, tudo começa na festinha de colégio, ou com os amigos da rua. A adolescência é uma fase de inconstâncias e vulnerabilidade, na qual os jovens se sentem incompreendidos. Eles buscam identificação com o grupo, e em muitas vezes acabam recorrendo ao álcool e outras drogas – lícitas ou não -  apenas porque os outros também o fazem.

“O grupo é um vínculo muito importante. Mas a insegurança faz parte da idade, o que os leva a imitar os amigos. Querem ser iguais ao resto da turma. O problema é que, quando percebem que a bebida leva embora a timidez, acabam recorrendo a ela em outras situações. E como não estão acostumados desconhecem seus limites”, atenta J.M., membro da irmandade de Alcoólatras Anônimos do Estado de Sergipe.

Para J.M. que também convive com o problema todos os dias, o alcoolismo é uma doença progressiva. Começando na juventude ou em idade mais avançada, o modo de beber foge cada vez mais do controle do indivíduo, e mais grave ainda, a própria tentativa de controlar a bebida pode tornar-se uma preocupação. “As jovens também vivem o mesmo drama dos homens. Fazem promessas a si mesmas, espaçam os dias em que bebem. Tudo isso é uma pequena amostra dos muitos métodos desenvolvidos por alcóolatras”, salientou.

Família

Quando acontece o primeiro gole, não há pai nem mãe preparado para enfrentá-lo. “Brigar não adianta, principalmente se ela estiver embriagada demais. Nessas horas, tente ajudar e deixe a conversa para o dia seguinte. Se for necessário, dê um banho, ou em casos extremos, que possam levar ao coma alcoólico, acompanhe sua filha ao hospital para tomar glicose”, sugere Daniela Silva, mãe de uma adolescente alcoólatra que há um ano faz tratamento para largar o vício.

P. S. , a filha da Daniela, disse que quando bebeu o primeiro gole estava numa festa de aniversário com as amigas e depois daí sempre gostou de beber. Para ela, o problema não está na sua família, mas nela mesma. “Meus pais são ótimos. Minha vida  é boa, eu que estraguei tudo por não saber dizer não aos meus amigos, por falta de equilíbrio”, enfatizou a menina de 15 anos.

A psiquiatra clínica e especialista em saúde mental, Ana Raquel Santiago de Lima, atenta para o que está por trás da bebedeira. “A questão não é o uso, mas o que ele quer dizer. Pode ser apenas uma explosão de rebeldia, própria dos adolescentes, ou uma tentativa de diminuir a angústia, que é muito forte nesta época”, explica.

 

Segundo a psiquiatra, que é diretora de Atenção Psicossocial da Secretaria de Estado da Saúde (SES), o que leva uma adolescente a beber se enquadra num conjunto de fatores, entre os quais a tentativa de se enturmar, a redução da timidez, a vontade de se sentir leve ou feliz. Conforme explica, as causas são muito singulares de cada pessoa. “ O álcool é abusado por adolescentes e adultos também. A humanidade busca na droga o alívio da dor, a busca de prazer momentâneo há milhares de anos”, esclarece.

Independentemente do motivo, a Ana Raquel ressalta que a conversa dentro da família ainda é o melhor remédio.Para esta, tudo muda. Inicialmente há a negação do problema, depois vem o desespero, a revolta de familiares e a responsabilização do adolescente. A família passa a ver aquela pessoa de forma diferente, estigmatizada. Entretanto, ainda é a mesma pessoa que precisa de atenção e diálogo. Já quando a família tem um padrão de pouco diálogo ou de negar seus problemas, porque toda família tem problemas, aí a coisa fica complicada.

“Vá na velha máxima da conversa. Ela é fundamental, assim como o aconselhamento sobre os perigos da bebida. Mas cuidado, alguns jovens podem encarar esses conselhos como uma permissão para beber. O alcoolismo é uma doença crônica, demorando para manifestar seus piores efeitos. Isso faz com que as pessoas achem que o álcool não é nocivo. Às vezes nem mesmo os pais têm noção da gravidade, mas é preciso resgatar o diálogo, a compreensão, a educação com valores importantes como a empatia, solidariedade e amor ao próximo”, recomenda Ana Raquel.

 

A melhor forma de evitar que uma adolescente tenha problemas com bebidas é conhecendo-a. “Os pais devem estar por perto, não apenas para criticar, mas para permitir o amadurecimento dela. Quando há um vínculo afetivo forte na família, a passagem pelo turbilhão da adolescência fica mais tranqüila”, salienta a psiquiatra.

Ana  Raquel avalia que é preciso aceitar o problema não para culpar o adolescente ou se culpar, mas sim para buscar ajuda, motivar a pessoa que tem o problema a se cuidar, pesar na balança em conjunto os pontos negativos e os positivos (por que estes  também existem, se não ninguém usava a droga) e ver como anda esta balança. “Daí com a balança pendendo para o lado negativo é mais viável se propor uma mudança de comportamento. Ninguém consegue obrigar alguém a se amar, a querer ficar bem. Deve ser uma construção da pessoa e aí a família deverá ajudar”, orienta.

 

Tratamento


A psiquiatra Ana Raquel Santiago (Foto: Márcio Garcez)
A diretora de Atenção Psicossocial da SES  acrescenta que, sendo a adolescência uma fase de mudança e transformação/formação de personalidades, faz-se necessário agir com cautela. Segundo ela, nessa fase a experimentação e o teste dos limites são comuns. “Ao mesmo tempo, na nossa cultura o consumo de álcool é muito comum, é aceito culturalmente. Daí aquele que não bebe no grupo de adolescentes que bebem é considerado ‘careta’. Acredito que a cultura e a propaganda de bebidas alcoólicas têm um papel fundamental nessa naturalização do uso de álcool por adolescentes”, adverte.

Quando o problema vira rotina o ideal é partir para um tratamento adequado que depende da motivação. Ana Raquel declara ainda que deste tratamento faz parte também um acompanhamento terapêutico que por sinal é muito importante. “Um grupo de ajuda também é interessante. Algumas famílias fazem estes grupos internamente, discutindo temas relevantes sem dar juízo de valor a priori. O acompanhamento psiquiátrico poderá ser necessário”, ressaltou.

 

Álcool e falta de comida

A drunkorexia, ou anorexia alcoólica- termo criado nos EUA para definir o alcoolismo associado a distúrbios alimentares -, também tem sido motivo para preocupações. Conhecido como distúrbio muito comum entre jovens e adultos de idade entre 20 e 40 anos, que ingerem bebidas alcoólicas no lugar da refeição, essa prática também tem levado várias jovens à morte.

O ato restringe a absorção de calorias necessárias ao corpo humano sob o objetivo de manter um visual esbelto e na moda. Entre as celebridades artísticas, o hábito da drunkorexia, além de causas estéticas, é impulsionado por cobranças do mercado, angústias e compulsões profissionais. Atualmente, o tema tem sido abordado em cenas gravadas na novela da Rede Globo, “Viver a vida”, através do drama vivido pela personagem Renata, o que pode ser também uma forma de chamar a atenção de jovens e adultas que continuam recorrendo à prática para manter o padrão atual de beleza.

Segundo a OMS ( Organização Mundial de Saúde), o alcoolismo atinge de 10% a 12% da população mundial. Equilibrar o peso do corpo através da bebida é o mesmo que realizar uma dieta forçada e depois cair no efeito sanfona (alternância periódica de peso).

Estudos psiquiátricos revelam que o alcoolismo feminino está associado a transtornos psicológicos relacionados à anorexia, bulimia, depressão e ansiedade. O álcool anestesia emoções ruins como a frustração e, no caso da drunkorexia, reduz o apetite. No funcionamento orgânico, beber com estômago vazio acelera os efeitos do álcool.

Nestes casos, a médica  ressalta que o tratamento é o mesmo para o alcoolismo comum. De acordo com ela, nessa situação muito comum hoje em dia, também se faz necessário encarar o problema, não subestimar a situação nem também fazer alarde que distancie a pessoa do tratamento, mas realizar uma abordagem que fomente a motivação.

 

Nos casos de anorexia, a família também tem papel importante, pois a sociedade em que vivemos é de consumo, onde as pessoas são produtos. As adolescentes vivem com padrões de beleza impostos pela mídia, pela cultura. Para Ana Raquel Santiago, a mudança em qualquer caso de alcoolismo deve começar dentro da família. As mães devem observar mais o exemplo que dão para seus filhos desde pequenininhos. “Se mudamos dentro de casa, na relação com nossos filhos e familiares poderemos ter outros valores sociais e culturais”, completou.

Grupos de ajuda

Além da família e de especialistas que tratam o vício, grupos de ajuda também podem ser muito importantes. Em todo o país existem irmandades de homens e mulheres Alcoólicos Anônimos, uma entidade que existe há 76 anos e e cujos integrantes se ajudam mutuamente. O único objetivo é manter a sobriedade através de experiências na recuperação com outros que possam ter problemas com o seu modo de beber.

A Irmandade congrega atualmente mais de 97 mil grupos em mais de 150 países, incluindo o Brasil. Milhões de alcoólicos têm alcançado a sobriedade recorrendo a essa instituição, mas seus membros reconhecem que seu programa não é eficaz com todos os que a procuram. Alguns necessitam de aconselhamento e tratamento profissional. “Tanto homens como mulheres nos procuram. A admissão do problema  é difícil, mas o único requisito é o desejo de sair do vício”, disse J.M., alcoólatra de 50 anos. Há 19 anos sem beber,  hoje ele se dedica a ajudar outras pessoas no A.A de Sergipe.

Através de reuniões diárias, informações a cerca do problema e ainda distribuição de literaturas sobre o vício, os membros da entidade dizem que o universo feminino ainda é menor em comparação ao masculino que convivem com o vício. “As adolescentes também procuram a Irmandade que, por ser auto-suficiente recusa contribuições de fontes externas. Nosso anonimato pessoal é preservado em nível de imprensa, filmes e outros meios de comunicação e tudo o que a gente faz aqui visa a um objetivo único: ajudar o outro a sair do vício com sua história, seu sofrimento e experiências”, disse J. D., de 64 anos.

Como tantos outros membros, J.D. tem filhos e um deles também ingressou no caminho do álcool, submetendo-se atualmente a tratamento para se livrar do vício. “A falta de informação aliada aos preconceitos e á discriminação, em alguns casos, até na própria família dos adolescentes alcoólatras, tem levado muitos para um caminho sem volta. É preciso saber lidar com o problema e ajudar quem não consegue encontrar a saída”, alerta.

Perigos à vista

O consumo abusivo do álcool provoca graves problemas de saúde. A quantidade para uma pessoa se prejudicar varia de acordo com cada organismo. Veja o que o álcool pode fazer com você:

Cérebro

Na adolescência, o uso abusivo pode causar a destruição de neurônios e impedir a realização de sinapses, fundamentais a processos como o de aprendizagem. É nessa fase que o cérebro tem mais condições fisiológicas de armazenar e de processar informações. O álcool causa alteração da memória e perda de reflexos, o que pode contribuir para acidentes de trânsito. Bêbado, o adolescente fica mais vulnerável a relações sexuais sem proteção e se expõe ás DSTs. O álcool pode aumentar a pressão arterial e provocar derrame cerebral.

Esôfago

O álcool danifica as células do esôfago, causando uma inflamação chamada esofagite. Pode causar sensação de queimação e dores quando um alimento for digerido. Em casos graves, provoca hemorragia e vômitos de sangue.

Coração

O álcool provoca um alargamento das fibras do coração, resultando em uma doença cardíaca que pode provocar até a insuficiência do órgão.

Estômago

O álcool contribui para o desenvolvimento da gastrite, uma inflamação da camada interna do estômago. Quando é muito grave, pode causar úlcera, ferida na parede do estômago que provoca dores fortes. Essas alterações, somadas a deficiências no pâncreas, impedem o órgão de absorver corretamente nutrientes (síndrome da má absorção), o que pode resultar em anemia. Além disso, mais de 80% dos cânceres de boca, laringe, faringe e estômago estão relacionados ao álcool.

Fígado

É o único órgão que metaboliza o álcool no organismo. Quando a pessoa bebe demais, ele é sobrecarregado e suas células ficam inflamadas, provocando a hepatite. A cirrose, conseqüência mais grave da hepatite, que pode ocorrer após dez anos de uso abusivo, provoca a degeneração do órgão. As células são destruídas e viram cicatrizes. Um fígado cirrótico perde a capacidade de metabolizar nutrientes e impede a passagem de sangue e de água pelo órgão, provocando, num estágio grave, a ascite, ou “barriga d’água”.

Pâncreas

O pâncreas é responsável pela produção de insulina e de enzimas digestivas. Em excesso, o álcool provoca a inflamação desse órgão, a chamada pancreatite, que pode resultar na destruição das células que produzem insulina (levando a uma diabetes) e das que produzem as enzimas digestivas (levando a uma síndrome da má absorção). Provoca dor abdominal e vômitos.

Intestino

Assim como o estômago, o intestino pode desenvolver uma úlcera por conta da inflamação das células ou ainda um câncer, além da síndrome da má absorção.

Aparelho reprodutor

O uso crônico provoca alteração nos vasos sangüíneos de todo o corpo. Nos homens, ele pode ter ação nos vasos do pênis, provocando a impotência. Além disso, pode inibir a produção de hormônios que ajudam a produzir os espermatozóides, causando infertilidade. Mulheres que bebem durante a gravidez podem gerar bebês com síndrome fetal alcoólica, uma alteração genética que provoca deformações físicas e retardo mental.

Músculos

O álcool interfere na absorção de vitaminas do complexo B, importantes na transmissão nervosa entre o nervo e a placa motora. Isso provoca uma atrofia muscular, a chamada polineurite alcoólica. Com isso, os músculos ficam enfraquecidos, mais finos, e o usuário crônico passa a ter dificuldades de andar.

Ossos

O álcool enfraquece os ossos, provocando a osteoporose.

Rejane Modesto
Da Redação




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